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Cetamina

é um medicamento poderoso e versátil que tem sido usado para vários propósitos médicos desde sua descoberta em 1962. Embora não haja cura para a ELA, vários tratamentos são usados para controlar seus sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. A cetamina, com suas propriedades únicas, tem sido explorada para usos potenciais no tratamento da ELA de várias maneiras

Cetamina é um medicamento poderoso e versátil que tem sido usado para vários fins médicos desde sua descoberta em 1962. Embora não haja cura para a ELA, vários tratamentos são usados para controlar seus sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. A cetamina, com suas propriedades únicas, tem sido explorada para usos potenciais no tratamento da ELA de várias maneiras:


Tratamento da dor: Os pacientes com ELA podem sentir dor devido a cãibras musculares, espasmos ou outras fontes. As propriedades analgésicas da cetamina podem ser benéficas para aliviar a dor e o desconforto associados à doença. A cetamina tem sido usada para tratar várias condições de dor crônica, incluindo dor neuropática e síndrome de dor regional complexa (SDCR). Seu mecanismo de ação exclusivo no sistema nervoso pode ajudar a modular os sinais de dor e proporcionar alívio a pacientes com dores debilitantes.


Redução da Espasticidade:A espasticidade muscular é um sintoma comum na ELA, caracterizada por contrações musculares involuntárias e rigidez. Os efeitos relaxantes musculares da cetamina podem ajudar a reduzir a espasticidade e melhorar a mobilidade de alguns pacientes com ELA.


Tratamento Depressão e Ansiedade: ALS não é apenas uma doença física; também afeta o bem-estar mental e emocional do paciente. A cetamina ganhou atenção por seus efeitos antidepressivos de ação rápida e pode ser considerada uma opção de tratamento para depressão e ansiedade em pacientes com ELA.  A cetamina se mostrou promissora como um antidepressivo de ação rápida, principalmente em casos de depressão resistente ao tratamento. Estudos descobriram que uma única infusão de baixa dose de cetamina pode levar a melhorias rápidas no humor e nos sintomas depressivos, oferecendo esperança a indivíduos que não responderam bem aos medicamentos antidepressivos tradicionais.


Potenciais efeitos neuroprotetores: Algumas pesquisas sugerem que a cetamina pode ter propriedades neuroprotetoras, o que significa que poderia potencialmente proteger as células nervosas de danos adicionais na ELA. No entanto, esta área de estudo ainda está em seus estágios iniciais, e mais pesquisas são necessárias para estabelecer a extensão das capacidades neuroprotetoras da cetamina na ELA.


É importante observar que, embora a cetamina seja promissora para certos aspectos do tratamento da ELA, ela não é uma cura para a doença. A ELA continua sendo uma condição complexa e devastadora, e o uso da cetamina como opção de tratamento deve ser amplamente discutido entre o paciente, sua família e uma equipe de saúde qualificada.


Se precisar de mais informações, entre em contato conosco e esclareceremos todas as suas dúvidas.

Uses of ketamine in neurodegenerative decease

Ketamine, traditionally used as an anesthetic, is showing promising potential for treating various neurodegenerative diseases. Here are some key uses of ketamine in neurodegenerative conditions:

 

Alzheimer's Disease

 

Ketamine may provide neuroprotection and reduce neuropsychiatric symptoms associated with Alzheimer's disease (AD)[4]. Some potential benefits include:

 

  • Acting as an NMDA receptor antagonist to offset AD-related pathological stimulation of glutamate receptors

  • Rapid antidepressant effects for AD-related depression

  • Possible cognitive improvements, though more research is needed

 

However, side effects like dissociation and confusion warrant caution when using ketamine in AD patients[4].

 

Parkinson's Disease

 

Researchers are investigating ketamine for:

 

  • Treating depression in Parkinson's disease patients[2]

  • Managing levodopa-induced dyskinesia[5]

 

A Phase I/II study showed positive results for ketamine in treating levodopa-induced dyskinesia, with plans for a Phase III trial[5].

 

Neuroprotection

 

Ketamine demonstrates neuroprotective properties that may benefit various neurodegenerative conditions:

 

  • Reduces glutamate-induced neurotoxicity[3]

  • Improves neuronal survival in stroke and neurotrauma models[3]

  • Inhibits cortical spreading depolarizations associated with acute neurological injury[3]

 

Other Neurological Applications

 

Ketamine is being explored for:

 

  • Status epilepticus treatment[3]

  • Migraine management[3]

  • Traumatic brain injury[3]

  • Subarachnoid hemorrhage[3]

 

Mechanism of Action

 

Ketamine's neuroprotective effects are primarily attributed to:

 

  • NMDA receptor antagonism[1][3]

  • Inhibition of glutamatergic transmission[3]

  • Maintenance of cerebral perfusion pressure[3]

  • Anti-inflammatory properties[4]

While ketamine shows promise for neurodegenerative diseases, more research is needed to fully understand its efficacy and safety profile in these conditions. Clinical trials are ongoing to evaluate ketamine's potential in various neurological disorders.

 

Citations:

[1] https://www.frontiersin.org/journals/neuroscience/articles/10.3389/fnins.2021.672526/full

[2] https://www.yalemedicine.org/clinical-trials/ketamine-for-depression-in-parkinsons

[3] https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC9419113/

[4] https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC9036213/

[5] https://www.pharmaceutical-technology.com/features/expanding-ketamines-horizons-to-treat-rare-neurological-disorders/

[6] https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0149763422002512

[7] https://www.pennmedicine.org/news/news-releases/2022/december/a-peek-of-how-ketamine-acts-as-switch-in-the-brain

[8] https://www.neurology.org/doi/10.1212/WNL.49.1.153

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